Jornalista fora de atividade

A sua virtude preferida?

Generosidade.

A qualidade que mais aprecia num homem?

Carácter.

A qualidade que mais aprecia numa mulher?

Companheirismo.

O que mais aprecia nos seus amigos?

Lealdade.

O seu principal defeito?

Procrastinação.

A sua ocupação preferida?

Ler.

Qual é a sua ideia de “felicidade perfeita”?

Eu e todos os meus termos saúde, estar com a mulher que amo e ter filhos.

Um desgosto?

Ver que o jornalismo, tomado pelos grandes grupos económicos, desinveste na investigação.

O que gostaria de ser?

O que sempre fui, jornalista.

Em que país gostaria de viver?

Sem ser Portugal, em Itália.

A cor preferida?

Azul.

A flor que mais gosta?

Tulipa.

O pássaro que prefere?

Corvo.

O autor preferido em prosa?

Haruki Murakami.

O seu herói de ficção?

James Bond.

As heroínas favoritas de ficção?

Anna Karenina e Luísa, personagem de “O Primo Basílio”, de Eça de Queiroz.

Os heróis da vida real?

Os meus Pais e o meu afilhado.

As heroínas históricas?

Marie Curie e Brites de Almeida, a Padeira de Aljubarrota.

Os pintores preferidos?

Johannes Vermeer, Claude Monet e Rembrandt.

Compositores preferidos?

Frédéric Chopin, Johann Sebastian Bach e John Adams.

Os seus nomes preferidos?

Laura e Gonçalo.

O que detesta acima de tudo?

Ingratidão.

A personagem histórica que mais despreza?

Josef Stalin.

O feito militar que mais admira?

Cerco do Porto.

O dom da natureza que gostaria de ter?

Camuflagem.

Como gostaria de morrer?

Sem sofrimento.

Estado de espírito atual?

Contemplativo.

Os erros que lhe inspiram mais indulgência?

Mentira e roubo.

A sua divisa/ frase preferida?

“Só sei que nada sei”, de Sócrates, filósofo grego.