Três anos se passaram desde a adaptação para o cinema do livro O Código Da Vinci e Tom Hanks regressou ao grande ecrã para vestir outra vez a pele de Robert Langdon, o professor de simbologia de Harvard. Sob a direção de Ron Howard, Anjos e Demónios é uma adaptação do bestseller de Dan Brown lançado no ano 2000.

O Papa morre e, ao mesmo tempo, o CERN, o maior laboratório de física nuclear do mundo, é alvo de um roubo. Uma substância altamente perigosa pode ser fatal se cair nas mãos erradas e Robert Langdon tem mais uma missão pela frente. É neste cenário de crise que surge uma antiga sociedade secreta, rival da Igreja Católica: os Illuminati. O futuro da Igreja enfrenta a sua maior ameaça: os quatro cardeais favoritos à sucessão papal estão na mira da eterna rival da Igreja Católica.

Num frenético contrarrelógio, damos por nós a acompanhar o historiador em cada passo que dá e a sofrer por antecipação. O que acontece se os quatro cardeais forem assassinados? A instituição mais antiga do mundo poderá sucumbir? Quem ocupará o trono de S. Pedro?

Pelas obras de Bernini e pelos arquivos de Galileu, há códigos que não escapam ao olho de Robert Langdon e cada detalhe é essencial para solucionar o mistério. O relógio é impiedoso na sua contagem. Tic-tac…Tic-Tac…

Com uma adaptação cinematográfica soberba, Anjos e Demónios, embora simplifique o livro original e descarte algum rigor histórico, ganha pontos pela sua capacidade de agarrar o público do primeiro ao último segundo.