Aluna de Mestrado em Psicologia Clínica, na UTAD

A sua virtude preferida?

A empatia. Gosto de acreditar que é dela que todas as outras nascem.

A qualidade que mais aprecia num homem?

A integridade.

A qualidade que mais aprecia numa mulher?

A resiliência.

O que mais aprecia nos seus amigos?

A honestidade e a consideração.

O seu principal defeito?

Pessimismo e perfeccionismo excessivo.

A sua ocupação preferida?

Gosto muito de ler e passar tempo de qualidade.

Qual é a sua ideia de “felicidade perfeita”?

Ter um sentimento de realização e harmonia eterno, para mim e para os meus.

Um desgosto?

Já tive vários, mas acho que todos os momentos de luto pelos quais tive de passar.

O que gostaria de ser?

No fundo, acho que só gostava de ser uma boa pessoa, que ajuda os outros a sentirem-se vistos, compreendidos e apoiados. Acho que é por isso que estudo Psicologia.

Em que país gostaria de viver?

Em Portugal. Gosto muito do meu país e da minha vila natal, acho que não há nenhuma casa como esta.

A cor preferida?

Por algum motivo sempre gostei muito do roxo.

A flor que mais gosta?

Lírio.

O pássaro que prefere?

Gosto de andorinhas. Gosto da sua capacidade de adaptação.

O autor preferido em prosa?

Fiódor Dostoiévski.

O seu herói de ficção?

Thomas Shelby.

As heroínas favoritas de ficção?

Kim Possible, LadyBug e Eleven.

Os heróis da vida real?

Existem tantos! Martin Luther King Jr., Oskar Schindler, Carl Rogers, Viktor Frankl, e por aí vai.

As heroínas históricas?

Malala Yousafzai, Madre Teresa, Rosa Parks, Marie Curie, e por aí vai.

Os pintores preferidos?

Vincent Van Gogh e Claude Monet.

Compositores preferidos?

Frédéric Chopin, Antonio Lucio Vivaldi e Wolfgang Amadeus Mozar.

Os seus nomes preferidos?

Fátima, José, Sandro e João.

O que detesta acima de tudo?

Detesto a indiferença perante os outros, a violência e a crueldade gratuita.

A personagem histórica que mais despreza?

Adolf Hitler.

O feito militar que mais admira?

A resistência de Portugal às três invasões do exército Napoleónico.

O dom da natureza que gostaria de ter?

Gostava de curar com o toque.

Como gostaria de morrer?

Durante o sono. Tranquila e após um dia que me trouxesse grande realização pessoal.

Estado de espírito atual?

Pensativa, mas leve.

Os erros que lhe inspiram mais indulgência?

Acho que, acima de tudo, os erros que são reconhecidos e que não se tencionam repetir.

A sua divisa/ frase preferida?

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”, Carl Jung, psiquiatra e psicoterapeuta suíço.