Moniz Marques
Estudante do 1º Ano de Mestrado em Ciências da Comunicação, no ramo de Relações Públicas e Publicidade
A sua virtude preferida?
Resiliência.
A qualidade que mais aprecia num homem?
Integridade.
A qualidade que mais aprecia numa mulher?
Amor.
O que aprecia mais nos seus amigos?
Inteligência e audácia.
O seu principal defeito?
Frontalidade.
A sua ocupação preferida?
Ler e rabiscar ideias.
Qual é a sua ideia de “felicidade perfeita”?
Estar com a mulher e com os filhos.
Um desgosto?
A morte do meu amigo e parceiro de negócios.
O que é que gostaria de ser?
Já sou o que gostaria de ser, mas me proponho como desafio ser cada vez melhor.
Em que país gostaria de viver?
Em Angola.
A cor preferida?
Azul.
A flor de que mais gosta?
Girassol.
O pássaro que prefere?
Papagaio.
O autor preferido em prosa?
Angolano – Luandino Vieira. Português – Antero de Quental.
O seu herói da ficção?
Homem-aranha.
Os heróis da vida real?
Irene Miranda, Mário Marques, Dorjana Monteiro.
As heroínas histórias?
Njinga Mbandi, a rainha de Angola.
Os pintores preferidos?
Eu gosto muito do artista francês Claude Monet e de Van Gogh. Em Angola, amo as obras de Marques Alexandre.
Compositores preferidos?
Waldemar Bastos e Matias Damásio.
Os seus nomes preferidos?
Ayo, Luz, Zola, Irene, Boni e Mona.
O que detesta acima de tudo?
Incoerência.
A personagem histórica que mais despreza?
Pieter Botha, uma das figuras proeminentes do Apartheid na Africa do Sul.
O feito militar que mais admira?
A conquista da independência de Angola e o alcance efetivo da paz.
O dom da natureza que gostaria de ter?
O dom da luz.
Como gostaria de morrer?
Embora seja a morte a certeza das certezas, nunca pensei. Talvez morrer a sorrir de felicidade.
Estado de espírito atual?
Um pouco instável por estar distante da minha família e do meu país.
Os erros que lhe inspiram mais indulgência?
Todos. Desde que se tome a liberdade de os confessar e deixar de os cometer.
A sua divisa [frase preferida]?
É para servir que servimos.